Presença
Estar de fato com quem busca — sem pressa, sem julgamento, sem fórmulas prontas.
De odontopediatra a psicanalista, o que me move sempre foi o mesmo: o desejo de acolher.
Por muitos anos, dediquei-me à Odontopediatria. Cuidar das crianças me ensinou que tratar nunca é só tratar: é acolher medos, oferecer confiança e respeitar o tempo — deles e de quem os acompanha.
Aos poucos, percebi que o que mais me interessava, naquele consultório, era a escuta: o que cada família trazia para além do sorriso.
Aos longos anos de prática, atravessei uma experiência que mudou o meu lugar no cuidado: enfrentei um câncer. Não foi uma pausa na vida profissional — foi um deslocamento profundo na minha maneira de entender o sofrimento.
Quem já foi paciente sabe: cuidar é, antes de tudo, estar atento à pessoa inteira — não só ao que dói.
Dessa experiência, ficou a certeza de que queria oferecer um espaço para a palavra. Foi assim que cheguei à psicanálise: não como abandono de uma história, mas como continuação dela — agora, cuidando da saúde emocional de adolescentes e adultos.
Abri uma nova sala, pensada de propósito para receber cada pessoa com conforto, calma e discrição. Um lugar onde a escuta possa, de fato, acontecer.
[Os dados abaixo são placeholders para preenchimento com as formações e registros reais.]
Estar de fato com quem busca — sem pressa, sem julgamento, sem fórmulas prontas.
Cada pessoa é única. Não há roteiro: há a escuta do que se apresenta, no seu tempo.
A confidencialidade é a base ética de tudo o que se constrói em sessão.
Se a minha história tocou a sua de algum modo, será um prazer conhecer a sua.